Resumo: O extrato premium que vai pro nutracêutico pet PetPharm passa pelas mãos de muita gente antes de chegar ao produto final. Apresentamos aqui a equipe Fungipharm — chão de fábrica, laboratório, controle de qualidade — e os papéis que sustentam toda a cadeia.
Atrás do extrato de juba de leão que abastece os nutracêuticos PetPharm há uma equipe técnica que poucos conhecem. Engenheiros, biólogos, técnicos de laboratório, operadores de produção, profissionais de controle de qualidade. Pessoas que trabalham em silêncio para que o produto chegue ao mercado com a consistência industrial que a marca promete.
Este texto é um perfil coletivo. Sem nomes individuais — porque a história não é de uma pessoa, é da equipe.
O time de cultivo (Altavilla, São Roque)
Tudo começa em São Roque (SP), na fazenda da Altavilla. A equipe de cultivo cuida do que pouca gente do mercado vê: preparação de substrato controlado, inoculação dos blocos, monitoramento de umidade e temperatura nas salas de produção, colheita do corpo frutífero no ponto certo (cogumelo maduro tem maior concentração de bioativos), desidratação cuidadosa.
É trabalho contínuo, sem férias coletivas — cogumelo cresce em ciclo, e o ciclo não para nos feriados. A equipe trabalha em escala, com plantonistas para garantir que cada bloco seja colhido no momento exato.
Conhecimento técnico aqui é parte ofício, parte ciência. Identificação de problemas no cultivo, ajuste fino de variáveis ambientais, controle de pragas e contaminação por outros fungos — tudo isso é aprendido em anos de prática, com a equipe sênior treinando os mais novos.
O time de extração industrial (Rubian, Sumaré)
Da Altavilla, o cogumelo seco vai para Sumaré (SP), onde a Rubian Extratos Vegetais opera a extração supercrítica com CO₂. Esse processo industrial é o ponto-chave do diferencial Fungipharm. CO₂ em condições supercríticas (alta pressão e temperatura controlada) atravessa o material vegetal e arrasta a fração lipofílica — onde estão concentrados os terpenos: erinacinas e hericenonas no juba de leão.
A operação exige equipamento especializado, equipe técnica treinada e protocolos de segurança rigorosos. Cada lote de produção passa por validação. O rendimento típico é baixo — cerca de 0,1% da matéria-prima úmida — o que significa que 1.000 kg de cogumelo fresco produz aproximadamente 1 kg de extrato puro. Não é processo de volume; é processo de concentração e qualidade.
O laboratório de controle de qualidade (Fungipharm)
O extrato então segue para o laboratório de controle da Fungipharm. Aqui o trabalho é diferente — analítico, metódico, com bancada de cromatografia líquida de alta performance (HPLC), espectrometria de massas, análise microbiológica completa.
Cada lote do extrato é caracterizado por marcadores específicos desenvolvidos internamente: ergosterol (componente da parede celular do cogumelo, usado como marcador de qualidade), picos de erinacinas e hericenonas (os bioativos de interesse). É essa caracterização que permite afirmar que o extrato Fungipharm tem concentração 8 a 10 vezes maior de bioativos que o melhor concorrente brasileiro — não é marketing, é HPLC.
O laboratório também faz controle microbiológico de rotina (contagem total, patógenos específicos), análise físico-química (umidade, atividade de água), e teste de estabilidade ao longo do tempo. Tudo documentado, com rastreabilidade por lote.
O time de padronização e formulação
A “manteiga” pura, como a equipe internamente chama o extrato concentrado, é padronizada e diluída em óleo MCT (triglicerídeos de cadeia média) para entregar concentração reprodutível em cada lote final. Esse trabalho de formulação exige conhecimento técnico específico — manter as características bioativas no produto final, garantir homogeneidade, prevenir oxidação.
É aqui também que entram as adaptações específicas para cada produto. Formato líquido (gotas sublinguais) pede uma estratégia; cápsula liofilizada pede outra; nano-emulsificado pra produto aquoso é categoria à parte. Cada formato passa por desenvolvimento técnico próprio.
O time regulatório e documental
Atrás de cada produto registrado MAPA há uma equipe dedicada à documentação regulatória. Dossiês técnicos, laudos, comprovação de procedência, validação de método. O processo de registro junto ao MAPA, que culminou em julho de 2025, foi conduzido por essa equipe ao longo de meses, em coordenação com a parceira Duprat.
É trabalho silencioso, geralmente invisível ao consumidor final — mas é o que garante que o produto chegue ao mercado legalmente, com rastreabilidade plena e qualidade auditável.
O que essa equipe entrega à PetPharm
Quando você vê um produto PetPharm com juba de leão no rótulo, está vendo o resultado de todo esse trabalho de bastidor. Cultivo controlado, extração industrial, controle de qualidade laboratorial, padronização, formulação, validação regulatória — uma cadeia de mãos especializadas, com décadas de experiência somada.
É essa equipe que sustenta a confiança da marca. Não é trabalho glamouroso — é trabalho de processo, com método e disciplina industrial. Mas sem ela, não há produto. E sem produto sério, não há cuidado real do pet.
Aqui no blog, sempre que possível, vamos trazer mais bastidores. Conhecer quem está por trás importa.